O Sing the World é um projeto da Clave de Soft / AMEC21, desenvolvido em instituições educativas de todo o país desde 2000.
“Celebrar a diversidade cultural presente nas comunidades escolares, promovendo a inclusão e a integração através da música.”
O projeto envolve ativamente alunos, professores, auxiliares, famílias e comunidades educativas. Funciona também como ferramenta de fortalecimento da identidade institucional e de desenvolvimento de competências sociais e culturais.
O Sing the World ganha vida própria depois de ser implementado com sucesso em vários países europeus pela Clave de Soft — Música, Educação e Cultura.
O primeiro projeto. Envolve toda a comunidade educativa — alunos, docentes, não docentes e encarregados de educação — na gravação e edição de um trabalho discográfico com canções tradicionais portuguesas.
Seguem-se centenas de edições para instituições educativas portuguesas e repertórios novos: Canções do Mundo, Canções de Natal, Canções Celtas. O raio de ação alarga-se a Espanha, França e Irlanda.
O projeto passa a contar com o apoio do Governo Português para a sua divulgação e com o reconhecimento de Projeto de Interesse Cultural.
Nasce a escola própria, para oferecer à comunidade de Lisboa um serviço educativo artístico segundo o plano de estudos da ABRSM — Associated Board of the Royal Schools of Music.
Ganha o concurso público em todas as escolas do concelho de Oeiras e em grande parte das escolas de Lisboa, trabalhando diretamente com mais de 200 professores de música.
Abre o estúdio, onde se gravam artistas a solo, coros, bandas, filarmónicas e ranchos folclóricos, além de locuções para rádio, filmes institucionais e publicitários.
Leva às comunidades portuguesas espalhadas pelo Mundo a possibilidade de se unirem em torno da música, gravando e editando o seu próprio DVD musical com canções tradicionais portuguesas.
Em plena pandemia, e mais tarde com o Juntos a Uma Só Voz, responde ao isolamento unindo centenas de vozes num palco virtual a três dimensões.
Com o apoio Garantir Cultura, concretiza-se um sonho antigo: uma companhia de teatro musical itinerante em que as crianças interagem com os atores em palco, cantando com eles a partir da plateia.
É criada a Associação Música, Ensino e Cultura, estrutura sem fins lucrativos que dá continuidade aos projetos, na convicção de que a música é peça fundamental no desenvolvimento harmonioso das sociedades.